sexta-feira, 11 de abril de 2008

Meu histórico




Pois é, pessoal.

Vou contar um pouco da minha história.

Em novembro de 2006, época em que o Second Life ainda não havia saído na mídia (Fantástico, revistas Veja, Época, IstoÉ, jornais, etc) eu fiz minha inscrição no sistema. Desde o começo, entrei com o intuito de aproveitar a oportunidade de ter um negócio... uma vez que o SL se tratava de um ótimo simulador pra isso, com a diferença de que não eram variáveis matemáticas que a gente lidava, e sim com pessoas e necessidades de verdade.

O sobrenome "Richez" foi escolhido por dois motivos: por ser o único de origem hispânica (na época) e por ser similar a "Rich", que significa rico em inglês :)

Minha primeira idéia foi investir na revenda de L$. Para isso, lógico, eu contava com um pensamento simples: preciso prezar pelo meu nome. Um cliente insatisfeito é o suficiente para o negócio começar a ruir. Segui essa premissa de contentar TODOS os meus clientes desde essa época.

Tive a idéia de criar um "camping place", um lugar bastante comum até hoje no Second Life. Comprei um terreno de 512m² (na época usando o "First Land", onde comprávamos terrenos de 512m² por 512 lindens). Coloquei os famosos "puffs" que pagavam 3L para cada 10 minutos. Em pouco tempo, eu já tinha um movimento considerável de pessoas.

Esse contato com usuários do Brasil me deu a oportunidade de fechar negócio com meus primeiros clientes. Vendo a dedicação com a qual eu me doava ao meu "camping" (o famoso Brasil Free Money) muitos me viam como honesto e de confiança. E eu lutava para manter isso.

Por sorte, acabei trocando (isso mesmo, trocando) aquele terreno de 512m² por um de 1536m². E depois por um de 2560m², onde fiz um camping maior ainda e com festas e lojas. O local era bastante movimentado, chegando a rivalizar (na época) com a Central do Brasil e a Ilha Brasil. Meu pequeno terreno ficava sempre entre os 5 colocados quando se digitava "Brasil".

Isso me promoveu bastante e a clientela cresceu muito.

Decidi então criar o primeiro banco brasileiro do Second Life, o BRMB Bank. Consegui parceria com um banco do Second Life (o JT Financials, um dos grandes bancos da época) e abri um sistema de poupança. Tive mais de 200 correntistas, mas com a eminente notícia de que a Linden iria proibir este tipo de sistema, alertei todos os 200 correntistas para que retirassem seu dinheiro da poupança, a fim de evitar problemas.

Hoje, após tudo isso, posso dizer que olho para trás e que fico contente com o que vejo. Fiz diversas amizades e contatos importantíssimos, inclusive para a vida real. E, principalmente, sempre me mantive integro e honesto com meus clientes. Me dou ao luxo de dizer que até hoje não escutei ou li uma crítica sequer da minha pessoa.

Talvez isso mude, pois agora sou dono da comunidade oficial do Second Life no Orkut e isso já começou a gerar conflitos, ali dentro. É a eterna reclamação de que sempre existem os "injustiçados" e afins, mas organizar uma comunidade com quase 30.000 pessoas não é fácil e nem nunca vai agradar a todos. Ainda assim, isso nada tem a ver com meus negócios :)

Por isso eu digo, caro leitor. Muitos podem vender até mesmo mais barato do que eu. Mas poucos tem o atendimento, honestidade e segurança que eu ofereço. Não troque o certo pelo duvidoso :)

Até mais!